Quanto custa desenvolver um aplicativo em 2026?
O que altera o custo de um aplicativo Android e iOS: lojas, backend, MVP e integrações. Sem tabela inventada.
O número depende do aplicativo, não do ano
Em 2026 o que muda o orçamento continua sendo o mesmo: quantas telas o uso principal precisa, se há conta e dados no servidor, e se o app fala com pagamento, mapa ou um sistema da empresa.
Não publicamos um valor fechado. Um app que mostra informação custa outro patamar de um app em que a pessoa cria, edita e compartilha alguma coisa todo dia.
Android, iOS ou os dois
Publicar nas duas lojas faz parte de um produto que quer estar no bolso de qualquer cliente. Dá para começar por uma, quando o público está concentrado, e abrir a outra loja na versão seguinte.
React Native ou Flutter entram quando uma base de código encurta o caminho sem prender o produto. A escolha é do projeto, não uma preferência fixa da casa.
O que quase todo app precisa e o orçamento esquece
Conta de desenvolvedor, ficha da loja, política de privacidade e um jeito de atualizar o app depois do lançamento. Backend, se o dado não pode morar só no celular.
Manutenção não é um extra surpresa: a loja muda regra, o sistema operacional muda, e o primeiro uso mostra o que travou.
Começar pelo MVP do aplicativo
A primeira versão cobre o uso que prova a ideia. O restante fica escrito, para não se perder, e entra quando houver gente usando.








